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MALTA: o que fazer, onde ficar, dicas de viagem

Praias, piscinas naturais, falésias e história numa ilha no Mar Mediterrâneo
Publicado em:

Quando fui a Malta: Setembro de 2023

Quanto tempo: 5 dias

Malta poderia ser apenas mais um entre vários destinos para curtir o verão europeu em belas praias no Mar Mediterrâneo. Mas esta ilha localizada entre o Sul da Itália e o Norte da África apresenta um conjunto de características que oferece atrações para todos os gostos. Para o turista que quer sol, água para se refrescar e natureza, há cenários paradisíacos, com piscinas naturais e falésias, em um dos lugares mais quentes da Europa durante quase o ano todo. E mesmo nos poucos dias nublados ou de chuva, há muita história, cultura e construções antigas para visitar. Existem áreas com agito durante o dia e à noite, mas também regiões mais tranquilas e isoladas. Tudo isso em um dos menores países do continente.

Ficamos cinco dias em Malta entre o fim de agosto e início de setembro de 2023. Tempo em que pudemos aproveitar as principais praias, piscinas naturais e festas, além de conhecer cidades/bairros históricos. Para quem puder, vale esticar e ficar uma semana, principalmente no verão. Menos do que cinco dias é muito corrido para relaxar e curtir de verdade as coisas boas da vida/ilha. Na alta temporada, entre junho e agosto, espere uma lotação de turistas nos lugares mais famosos, como a espetacular Blue Lagoon. Então, é preciso programar bem os horários e chegar cedo. Mas a melhor época para viajar a Malta são mesmo os meses quentes. Já que durante o inverno, apesar de ter menos gente, geralmente não rola entrar na água, por causa do frio e das ondas.

É importante também planejar o meio de transporte e região da hospedagem (leia mais abaixo), de acordo com o tempo disponível, estilo da viagem e prioridades, já que Malta é uma ilha com distâncias relativamente grandes. Na verdade, é um arquipélago, onde apenas as três maiores ilhas são habitadas: Malta (a maior e principal), Gozo (mais tranquila) e Comino (reserva natural, fica entre as duas outras). Mas seja lá qual for a escolha, Malta tem grandes chances de agradar a qualquer viajante, pois consegue unir com qualidade natureza e história.

TRANSPORTE:

Existem voos das principais cidades da Europa para o aeroporto internacional de Malta, em Luqa, incluindo várias companhias low cost. Na ida, pegamos um avião da Ryanair saindo de Paris, por 34 euros por pessoa. Na volta, o voo direto estava bem mais caro. Com isso, pegamos dois voos separados, por um total de 113 euros, com um tempo de conexão confortável, cerca de seis horas, em Lourdes, na França, e aproveitamos para conhecer a cidade. No primeiro trecho, de Malta para Lourdes, pagamos 65 euros pela Ryanair. No segundo, de Lourdes para Paris, 48 euros pela Volotea. Também é possível chegar a Malta de ferry saindo da Itália, do porto de Pozzallo, na Sicília.

Para circular em Malta, a opção escolhida depende do orçamento, pressa e conforto. A maneira mais prática e confortável é alugar carro, principalmente se a ideia for visitar mais de um lugar no mesmo dia. O carro dá mais liberdade e mobilidade. Alugando com antecedência, é possível encontrar ótimos preços, fazendo a pesquisa em várias locadoras pelo site da Rentalcars. Nós chegamos com a ideia de usar o transporte público de Malta (veja mais informações no oficial), existem várias linhas de ônibus que levam até os principais pontos de interesse. É sem dúvida a maneira mais econômica. No entanto, perde-se muito tempo. Além da espera e paradas, em muitos trajetos é preciso pegar dois ônibus, já que não existem ligações diretas entre diversos lugares. Para ir à capital Valletta, o ônibus funciona bem, mas para ir de uma praia para outra, por exemplo, ou de um lado para outro da ilha, é um certo perrengue. Chegamos a comprar o cartão de uso ilimitado do ônibus por 7 dias, por 25 euros. O bilhete unitário de ônibus sai por 2,50 euros. Mas desistimos e quase não usamos. Acabamos pegando Uber ou Bolt quase sempre. Com isso, poupamos bastante tempo e não gastamos tanto assim. Como exemplo, uma corrida de Saint Julian’s até a Saint Peter’s Pool, distância de 15 km, deu 15 euros. Também há muitos táxis, um pouco mais caros que os motoristas de aplicativo. Em relação ao aluguel de carro, a vantagem do Uber foi poder beber sem preocupação com dirigir ou procurar vaga de estacionamento.

Já para ir da ilha principal de Malta até Gozo ou Comino, é preciso pegar um barco. Para Gozo, há ferries regulares. O mais frequente é o da empresa Gozo Channel, que sai da ponta da ilha, do porto de Ċirkewwa (Malta) e vai até Mġarr (Gozo), por 4,65 euros o ticket de ida e volta. Também há barcos que saem da capital Valletta até Gozo, da Gozo Fast Ferry, mais caro, por 7,50 euros cada trecho. Para ir até Comino, tem o Comino Ferries. Também há diversas opções de passeios privados ou em grupo que levam até essas outras ilhas.

HOSPEDAGEM:

A escolha da cidade (ou bairro, praticamente) para se hospedar em Malta depende do estilo de viagem de cada um. No nosso caso, decidimos ficar em Saint Julian’s, por causa da agitada vida noturna. Desta forma, durante a noite pudemos ir a pé para bares e baladas na maioria dos dias. E durante o dia, independentemente da região escolhida, teríamos que pegar transporte de qualquer forma para quase tudo. Com isso, ficamos no Marco Polo Hostel, por 26 euros por noite, cada cama em um dormitório compartilhado. Além da boa localização, o hostel (ou party hostel, como eles mesmo dizem), como  tem boa estrutura, com destaque para um animado bar no rooftop com espaço ao ar livre, onde há festas em determinados dias da semana.

Valletta, a capital de Malta, também é uma boa opção. Apesar de não ter tanta animação à noite, ainda assim tem muitos restaurantes e alguns bares, em uma área com arquitetura e características mais tradicionais. Além disso, é a principal conexão das linhas de ônibus e facilita no transporte. Entre Saint Julian’s e Valletta fica a cidade de Sliema, que talvez seja um meio termo no estilo em relação a essas duas anteriores, com restaurantes/bares e praias nas rochas, além de boa oferta de hospedagens e comércio. Para quem prefere ficar mais perto das principais praias com estrutura para famílias, pensando mais em atividades diurnas, Mellieha e Saint Paul’s Bay, por exemplo, cumprem bem esse papel. Para lugares históricos e muita tranquilidade, as indicações são Mdina, Rabat e as Três Cidades (Cottonera). Por fim, a ilha de Gozo pode ser uma boa ideia, pelo menos para dormir alguns dias, com uma mistura de natureza e um ambiente mais tranquilo.

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O QUE FAZER:

​Com cinco dias para conhecer Malta e muitos atrativos, escolhemos as prioridades de acordo com o nosso interesse para poder ir aos principais lugares, mas também relaxar sem pressa na praia e curtir a noite. Com isso, claro que não visitamos tudo, mas acho que aproveitamos bem o tempo que tivemos. Tentamos fazer uma programação e dividir os dias pensando nas localizações e distâncias na ilha, mas fizemos algumas alterações e fomos adaptando o plano inicial por causa de atrasos (demora pra acordar e sair do hostel ou ficar mais tempo que o previsto em uma atração) ou clima (choveu um dia). Confira abaixo nosso roteiro, não necessariamente nessa ordem de dias.

Dia 1 – Desembarcamos em Malta pela manhã, deixamos as mochilas no hostel e logo neste primeiro dia fomos conhecer a capital Valletta. A cidade tem muitas atrações históricas e conserva bastante da arquitetura de sua fundação no século XVI, quando era dominada pela ordem religiosa dos Cavaleiros de São João. Durante algumas horas, andamos pela área repleta de muralhas, torres e várias igrejas, passando pelos principais pontos de interesse. Começamos pela Fonte Triton e o Portão de Valletta (Bieb il-Belt). Depois, seguimos reto pela Rua da República, a principal da cidade cheia de comércio, e passeamos também pela paralela Rua do Mercado e outras vielas por perto com lojas, restaurantes, bares e construções típicas. Neste percurso, destaque para a Co-Catedral de São João, que no interior (ingresso por 15 euros) tem pinturas de Caravaggio e túmulos dos Grão-Mestres da Ordem de Malta. Além disso, também passamos por diversos atrativos, como o Parlamento, a Praça Teatro Rjal, o Albergue de Castela, o Palácio do Grão-Mestre, a Praça São Jorge, o Teatro Manoel, a Basílica Notre-Dame du Mont Carmel, museus, entre outros lugares, até chegar na ponta de Valletta ao lado do mar, onde fica o Forte Saint Elmo e o Museu Nacional da Guerra.

Na sequência, andando no sentido de volta na rua à beira-mar com vista para as Três Cidades (Cottonera), também visitamos o Sino do Memorial de Guerra e dois jardins, o Lower Barrakka Gardens e o Upper Barrakka Gardens. Neste jardim superior, há um grande terraço com vista e canhões de guerra. A partir dali, nós pegamos o elevador (1 euro) e descemos para a parte baixa da cidade, de onde sai o barco para ir até as Três Cidades. O ticket de ida e volta custa 4 euros, e o trajeto dura menos de 10 minutos. Também é possível e mais demorado ir por terra de ônibus ou carro, dando a volta nesta entrada do mar na ilha. Outra opção, que foi o que fizemos na ida meio sem querer, é pegar uma gôndola, por 2 euros.

As Três Cidades históricas, também chamadas de Cottonera, são: Vittoriosa (ou Birgu), Senglea e Cospicua. No passado, eram cidades fortificadas com função estratégica na defesa de Malta. O barco para em Birgu, a maior e mais interessante das três, e logo que chegamos no porto fomos a pé para os principais pontos turísticos desta cidade. Primeiro, o Forte Santo Ângelo, de onde se tem uma boa vista de Valletta. Para quem não quiser pagar ingresso e subir, é só andar pelo canto e ir até as pedras na parte baixa da muralha. Depois, também passamos em frente à Igreja de Saint-Laurent, ao Museu Marítimo, ao Palácio dos Inquisidores e ao Museu da Guerra. Vimos as cidades de Senglea a Cospicua a partir de pontos de observação e, já à noite, pegamos o barco de volta para jantar em Valletta.

Dia 2 – O lugar mais imperdível que queríamos conhecer é a Blue Lagoon, a Lagoa Azul, que fica na ilha de Comino. E as altas expectativas foram confirmadas. Para nós, é o lugar mais bonito de Malta. Mas para isso, é necessário ir bem cedo, porque depois fica lotado e perde consideravelmente a beleza. Já sabendo disso, fizemos um esforço para acordar e pegar o primeiro barco pra lá, que sai às 8h40 horas da manhã, da Comino Ferries, bem ao lado do porto de Ċirkewwa, na ponta leste da ilha principal de Malta. Pagamos 15 euros pelo ticket de ida e volta (tem vários horários), um trajeto de uns 15 minutos que passa ao lado de umas cavernas no mar. Quando chegamos, ainda havia poucas pessoas, e pudemos aproveitar bem o mar que, de fato, é paradisíaco, com água cristalina em um belo tom de azul. Por ali não há praia com areia, o que existe é um pequeno espaço sobre as rochas com cadeiras e guarda-sois para alugar, por um preço mais alto do que a média (a partir de 20 euros pelo conjunto). Muita gente também coloca as toalhas para tomar sol no chão de concreto mesmo perto de onde os barcos param. Nós não quisemos gastar esse valor e deixamos a mochila com as coisas em um canto, enquanto entramos no mar e nadamos até umas pedras que ficam em frente. Atenção para as belas, mas muitas águas-vivas. Mas como o mar é transparente e elas são grandes, é relativamente fácil vê-las para desviar e evitar ser queimado.

Por volta das 10h30, cerca de uma hora e meia depois que estávamos lá, a Blue Lagoon começou a encher de gente de uma maneira absurda, com a chegada de vários barcos de excursão. E isso só foi piorando à tarde. Era muita gente mesmo, “disputando” espaço na água, nas pedras e nas barracas de venda de comida e bebida. As fotos que tiramos nesses momentos distintos mostram claramente a diferença do lugar vazio e cheio (veja na galeria de fotos). Ou seja, se não tivéssemos chegado cedo, certamente a nossa experiência e percepção sobre a Lagoa Azul seria outra. Desta forma, para fugir da lotação, resolvemos andar até outro ponto de Comino, uns 20 minutos de caminhada até a praia de Santa Maria Bay. Bonita, nada espetacular, mas bem mais tranquila. E no caminho beirando o mar ainda passamos por algumas belas paisagens com água azul turquesa e rochas. Resolvemos ir embora umas 14h e a ideia era ir pra ilha de Gozo (tem um ticket com essa opção), mas estava uma confusão com muita gente querendo pegar os barcos, fila sem organização e perdemos um tempo com isso. Então, decidimos voltar para Malta e aproveitar o resto da tarde na Paradise Bay, bonita e pequena praia, com restaurante, que fica a apenas 25 minutos a pé do porto, passando por um ponto no alto das pedras com vista espetacular do mar.

Dia 3 – Outra atração bastante procurada é a Saint Peter’s Pool, uma piscina natural que fica em uma falésia entre rochas em formato de ferradura. Local também belíssimo, com água cristalina. Chegamos lá de Uber pela manhã (não tão cedo) quando ainda tinha pouca gente, mas depois foi enchendo, com turistas e locais tomando sol nas pedras, nadando e alguns pulando da parte alta da rocha no mar. Depois de um tempo, seguimos uma recomendação e andamos uns 15 minutos até Il-Kalanka, uma piscina natural parecida com a anterior, igualmente bonita, mas pouco conhecida e que estava praticamente vazia. No fim da tarde, caminhamos mais uns 30 minutos até Marsaxlokk, uma pacata vila de pescadores, com cenário de barquinhos coloridos atracados na baía. Local que conta com bons restaurantes de frutos do mar (leia mais abaixo), e aos domingos um tradicional mercado de peixe. Jantamos por lá à noite e finalizamos este dia na região sul da ilha.

Dia 4 – Nossa ideia neste dia era conhecer algumas pequenas praias entre Saint Julian’s e Sliema pela manhã, e à tarde pegar praia do outro lado da ilha. Porém, o tempo estava fechado e choveu. Com isso, só fomos rapidamente a pé na Saint George’s Bay e depois caminhamos pela Spinola Bay, onde há bares, restaurantes e um visual cheio de barcos. Com o dia nublado, quando a chuva parou, aproveitamos para conhecer Mdina, antiga capital de Malta, uma cidade medieval fortificada na parte central da ilha. Conhecida como a “cidade silenciosa”, atualmente tem menos de 300 habitantes, e só eles podem entrar de carro nas ruas estreitas de pedra, que nós turistas podemos visitar tranquilamente a pé. Entre as construções históricas com uma mistura de árabe e romano na arquitetura, os principais pontos de interesse que passamos são a Catedral de São Paulo, o Palácio Falson, o Palácio de Vilhena e o Portão de Mdina, além dos jardins onde ficava o antigo fosso, com uma bela vista das muralhas. Comemos por lá e depois voltamos para o agito para aproveitar a noite maltesa em uma festa.

Dia 5 – No último dia em Malta, fizemos um roteiro para conhecer as principais praias que estavam faltando. Foi um pouco corrido, mas valeu. Pela manhã, começamos indo à Ghajn Tuffieha, ou Riviera Beach (bom lugar também para o pôr do sol). Logo que chegamos, subimos uma rápida trilha até o topo do morro em um dos cantos, onde tem um viewpoint com um visual espetacular desta praia e de outra logo ao lado, a Qarraba Bay. Depois, descemos e relaxamos na areia, tem um bar/restaurante lá. Na sequência, caminhamos até a Golden Bay, praia vizinha, e pegamos novamente um Uber até a Popeye Village, em Anchor Bay. O local ficou famoso por ser cenário do filme “Popeye”, gravado em 1980, e foi todo construído com casinhas em cima das rochas ao lado de uma bonita baía com água cristalina. Virou um dos cartões-postais de Malta. Hoje é um parque temático, ingresso a 24 euros na alta temporada de verão, uma pequena vila com atrações e personagens do filme. Apesar da beleza e boa estrutura, achei que o lugar é mais para crianças. Para quem quiser ter apenas a vista panorâmica, não é necessário pagar entrada, basta andar alguns passos pelo lado de fora da grade até um ponto que rende as melhores fotos. Também é possível descer até o mar para nadar sem precisar entrar de fato na Vila do Popeye.

Já no início da tarde, partimos para a ilha de Gozo, a segunda maior ilha de Malta, mais tranquila do que a principal, mas também com muitos atrativos naturais e históricos. Pegamos o ferry do porto Ċirkewwa (Malta) que vai até Mġarr (Gozo). Fizemos uma visita expressa, enquanto muita gente dorme na ilha. Primeiro, fomos para a Ramla Bay, praia extensa, considerada uma das melhores do país. Comemos por lá e aproveitamos o sol. Ao lado, no alto do morro fica a Tal-Mixta Cave, um gruta com boa vista da praia, mas não subimos. No fim da tarde, seguimos para Dwejra Bay, ponto bastante procurado para, do alto das rochas, apreciar o belo pôr do sol no mar. Ali bem perto ficam a antiga Azure Window (“janela” de pedras sobre o mar, que foi destruída em 2017 pelas ondas e vento), o Blue Hole (onde é possível entrar na água ao lado) e o Inland Sea (lagoa com uma pequena saída de barcos para o mar, no meio de um paredão de rochas). Para finalizar, à noite visitamos Victoria, também chamada de Rabat pelos locais, a capital de Gozo. A principal atração por lá é a Citadela, antiga parte fortificada, com grandes muralhas, catedral e ruínas históricas. Também caminhamos pelas ruas da cidade e jantamos na Praça de São Jorge, onde fica a Basílica de São Jorge.

Ainda existem outros pontos turísticos em Malta que não tivemos tempo de ir. Na ilha principal, por exemplo, a Gruta Azul (Blue Grotto), a baía de Ghar Lapsi, os templos megalíticos de Malta (Hagar Qim e Mnajdra), a cidade histórica de Rabat, a praia de Mellieha, a igreja de Mosta, as falésias de Dingli, entre outros. Em Gozo, lugares como as salinas de Marsalforn, o cânion Wied il-Ghasri, o santuário Ta’Pinu, as falésias de Ta’Cenc e os templos de Ggantija.

ONDE COMER:

Uma boa refeição por dia, e a outra, um sanduíche ou algo rápido na praia ou no caminho entre as atrações. Essa costuma ser nossa tática para comer bem durante as viagens, provar comidas típicas e economizar um pouco de dinheiro. E em Malta não foi diferente. Em nossa primeira noite, pesquisamos entre as diversas opções de restaurantes para jantar na capital Valletta e comer um dos pratos mais tradicionais da culinária de Malta. Fomos no Aaron’s Kitchen e pedimos um coelho com molho de vinho e legumes, por 21 euros cada prato individual. Em outro dia, na cidade de Mdina, repeti o pedido de um coelho, desta vez sem molho, mas com acompanhamentos como purê de alho, por 26 euros, no Bacchus Restaurant, local um pouco mais chique e com ótimo atendimento. Valeu a pena. Os pratos de massa custavam em média 18 euros, como um excelente agnolotti recheado com Nduja (linguiça típica), acompanhado de pedaços de lula. Entre as especialidades locais de comidas rápidas, experimentamos em uma lanchonete o Pastizzi, um salgado com massa folhada, normalmente recheado com ervilha ou ricota.

E assim como todo lugar de praia, claro que peixe e frutos do mar também são estrelas nos cardápios de Malta. O peixe típico do país é o Lampuki, da família do Dourado. Comemos Lampuki grelhado, por 18 euros, no agradável restaurante Roza, em Victoria, na ilha de Gozo. De entrada, mais especialidades maltesas, como queijos, molho e pão locais. Para beber, um drink chamado “Maltese Spritz”, uma espécie de Aperol Spritz, mas feito com Bajtra, um licor local, por 5 euros. Uma das nossas melhores refeições que fizemos foi na vila de pescadores de Marsaxlokk. Jantamos no Roots Restaurant, com mesas ao ar livre na orla da praia. Depois de ostras (4 euros cada) na entrada, um ótimo polvo grelhado com alho, polenta cremosa e amêndoas saiu por 24 euros, enquanto um linguine de frutos do mar custou 16 euros. Também com vista para o mar, um dia na praia de Paradise Bay, almoçamos no restaurante The Beach, um prato misto de frutos do mar fritos, por 25 euros, e um tagliatelle de camarão, por 18 euros. Pela variedade de culturas e turistas em Malta, é possível comer bem em diversos estilos de restaurantes e com preços para todos os bolsos. E, claro, também pode-se beber bem por lá. Em média, nos bares das praias e restaurantes, uma cerveja local Cisk custa uns 4 euros, preço que aumenta em boates à noite.

BARES E FESTA:

Malta tem uma das noites mais animadas do verão europeu, com um público bem jovem em sua maioria. Saint Julian’s é a principal região de festas, mais especificamente a área conhecida como Paceville, com vida noturna agitada, frequentada por muitos turistas e estudantes estrangeiros que moram na ilha e fazem curso de inglês. Na alta temporada, as ruas ficam cheias à noite, é só andar por lá e ver o que mais agrada, entre bares e boates. A principal balada é a Havana Club, que tem três ambientes com música. Em dias de semana, nem todos estão abertos e a entrada pode ser gratuita. Aos finais de semana, com mais movimento e todo espaço funcionando, geralmente é cobrado ingresso de 10 a 20 euros, com uma bebida inclusa. Por ali também estão outros bares/baladas como o Nordic Bar, Footloose e Native Bar, além de pubs irlandeses.

Em uma quinta-feira, fomos em uma festa no Cafe del Mar, em Saint Paul’s Bay, um beach club com DJ tocando ao ar livre e, claro, piscina, mesmo à noite para quem quisesse aproveitar. Pagamos 30 euros, com uma bebida inclusa. O lugar também tem uma festa bastante procurada aos domingos. Malta recebe alguns eventos de música eletrônica em determinadas datas e tem outras baladas pela ilha, como o Gianpula Village. Para quem prefere algo nem tão agitado assim e nem tão jovem, Valletta conta com diversos bares interessantes espalhados pelas ruas e vielas com construções históricas.

IMPERDÍVEL

– Para aproveitar bem a beleza natural da Blue Lagoon, o lugar mais bonito de Malta, é preciso chegar bem cedo, antes dos barcos de excursão e de ficar lotada.

– s praias, o mar e a natureza são a principal beleza de Malta, mas vale reservar um tempo para visitar cidades históricas, como Valletta e Mdina.

– Alugar um carro ou pedir Uber é uma ótima ideia para conhecer a ilha, pela rapidez e mobilidade. Existem linhas de ônibus, mas perde-se muito tempo.

QUER SABER MAIS SOBRE MALTA ? ACESSE TAMBÉM:

Site oficial de turismo de Malta

Tiago Lemehttps://www.boraviajaragora.com/
Jornalista, autor do Bora Viajar Agora, atualmente morando em Paris, trabalhando como freelancer. Já visitei 89 países. Os posts escritos neste blog são relatos de minhas viagens, com dicas e informações para ajudar outros viajantes.

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