SÃO PETERSBURGO 

Com toque europeu, a luxuosa cidade imperial dos czares russos, cultura e as noites brancas

O que fazer em São Petersburgo, como ir, onde ficar, quanto custa, roteiro, dicas de viagem

Publicado em: 25/06/2020

Quando fui: Junho/Julho de 2018

 

Quanto tempo: 5 dias

Segunda maior cidade da Rússia, uma nação que ainda conserva a essência da antiga União Soviética, São Petersburgo mistura essas características de um passado não tão distante com influências da modernidade europeia, sendo a metrópole mais ocidentalizada do país. “Peters”, como é chamada pelos moradores, tem palácios luxuosos da época dos czares, construções imponentes, muita história, arte e cultura, o que resulta em atrações turísticas belíssimas. Fundada apenas em 1703 pelo czar Pedro, o Grande, substituiu Moscou como a capital do Império Russo até 1918. Antes conhecida como Petrogrado e depois Leningrado, só adotou o nome atual em 1991 com a dissolução da URSS.


O Museu Hermitage, a Catedral do Sangue Derramado e o Palácio Peterhof são os principais símbolos de São Petersburgo, mas a posição geográfica cria outros atrativos interessantes para o viajante. Localizada bem ao norte, perto da fronteira com a Finlândia e a Estônia, com saída para o Mar Báltico, a cidade é cortada pelo Rio Neva, tem várias pontes, canais e belo visuais, o que rendeu o apelido de “Veneza do Norte”. Por causa da alta latitude, o fenômeno das noites brancas é um espetáculo à parte durante o verão, em junho e julho, quando o dia praticamente não fica escuro. Mas atenção: mesmo nessa época quente, não faz tanto calor assim, em média a temperatura máxima não passa de 23 graus à tarde e pode descer até uns 11 graus à noite, enquanto no inverno em janeiro chega a baixar de -10 graus e tem muita neve.


Eu aproveitei um pouco de tudo isso quando estive lá durante a Copa do Mundo de 2018 de futebol. Fiquei 35 dias na Rússia, sendo cinco em São Petersburgo (divididos em duas vezes neste período, de três e depois dois dias) e o restante em outras oito cidades, incluindo a capital Moscou, uma das minhas cidades favoritas no planeta. Foi uma viagem a trabalho como jornalista freelancer, mas entre um jogo e outro também tive tempo para fazer turismo. Para quem vai exclusivamente para passear, em dois ou três dias é possível conhecer o básico de “Peters”, mas há muita coisa pra ver por lá nesta que é a quarta cidade mais populosa da Europa, com mais de 5 milhões de habitantes, atrás apenas de Istambul, Moscou e Londres.


É uma metrópole vibrante, e durante a Copa este ambiente de alegria estava amplificado. Quando estive pela primeira vez na Rússia em 2011, mas apenas em Moscou, senti o povo local muito fechado e frio, as pessoas e o país em geral com dificuldade de comunicação em outras línguas, placas eram apenas no alfabeto cirílico. Porém, o evento esportivo mudou bem isso, os russos estavam extremamente receptivos e simpáticos com os estrangeiros, e a comunicação visual em inglês das cidades melhorou um pouco. Ponto positivo para um país de tanta história, que foi um dos pilares da Guerra Fria entre comunismo e capitalismo, mas hoje está cada vez mais aberto ao mundo. E para quem já quer ir se acostumando com o idioma antes de viajar: São Petersburgo = Санкт-Петербу́рг. 

               TRANSPORTE:

 

Durante a Copa do Mundo, fiz duas vezes de trem o trajeto de ida e volta de Moscou para São Petersburgo, trecho de 650 km que é bem comum para quem viaja pela Rússia. Em todas as ocasiões peguei o trem mais devagar, que demora entre oito e nove horas, com opções de horários noturnos, durante a madrugada. Paguei 2.500 rublos (32 euros) para ir e 1.700 rublos (22 euros) para voltar na primeira vez, na terceira classe. Na segunda vez, não precisei pagar nada, já que durante o Mundial jornalistas credenciados e torcedores com ingresso para o jogo do dia podiam viajar de graça em vagões de segunda classe. O trem mais rápido faz essa mesma distância de quatro a cinco horas, mas obviamente que os valores das passagens são mais altos. Os preços também variam conforme a data, antecedência da compra e, claro, a classe escolhida. Os trens para Moscou normalmente chegam e partem da estação Moskovsky, uma das cinco principais estações ferroviárias de São Petersburgo. Reservas, preços e horários podem ser consultados no site da RZD, a companhia ferroviária russa.


Rodar a Rússia de trem pode ser uma alternativa barata, mas exige viagens longas e cansativas, por causa da grande extensão territorial do país. Em 2018, fiz vários trajetos desta forma, o maior deles de 22 horas, entre Moscou e Rostov. No entanto, a maioria dos vagões tem cama, então é possível dormir e até economizar noites de hospedagem nas cidades com os trens noturnos. Há uma grande diferença de nível entre as classes. O vagão de terceira classe tem várias camas beliches espalhadas, sem nenhuma divisão entre elas e pouco espaço (geralmente só russos viajam na terceirona e quase ninguém fala inglês ou outra língua, nem os funcionários). Na segunda classe, são quatro pessoas em duas beliches por cabine, que tem porta e uma certa privacidade se vocês estiver com pessoas conhecidas. Melhor ainda (e consequentemente mais cara) é a primeira classe, com cabines mais espaçosas para apenas duas pessoas. Os trens quase sempre possuem vagão restaurante, mas muita gente também leva sua própria comida. Enfim, dependendo de como for, viajar de trem pela Rússia pode ser uma aventura, mas num esquema mochileiro e sem frescuras, também significa uma boa economia de grana.


Mas, claro, também é possível chegar em São Petersburgo de avião. O aeroporto internacional de Pulkovo, que fica a 20 km do centro, recebe voos de diversas cidades do país e de outros lugares da Europa. “Peters” também é ligada com outros países próximos por trem, ônibus e, com a Finlândia que fica ao lado, por ferry. 


Já para circular dentro da cidade, as principais atrações turísticas na região central podem ser conhecidas a pé. Mas para quem não quiser caminhar tanto ou para lugares mais distantes, São Petersburgo conta com um grande e eficiente sistema de transporte público. O metrô, assim como em Moscou, tem bonitas estações, com arquitetura típica, bem decoradas, pinturas na parede e esculturas soviéticas. Para ir ao Peterhof, por exemplo, existem linhas de ônibus e barco. Em determinadas situações, pode ser uma boa usar o Uber, que tem preços baixos. O Yandex é outro aplicativo local bastante usado por lá e confiável. Não é aconselhável pegar táxi, já que a reputação dos taxistas russos é ruim, e eu já ouvi vários casos de pessoas que foram extorquidas e tiveram que pagar caro para taxistas pilantras.

               HOSPEDAGEM:

 

Para facilitar os deslocamentos e depender o mínimo possível de transporte, o ideal é ficar hospedado na região central de São Petersburgo, o mais próximo possível da Avenida Nevsky Prospekt e de pontos turísticos como o Museu Hermitage. Durante a Copa de 2018, os preços de hotéis estavam inflacionados e havia poucas opções econômicas disponíveis nos dias dos jogos. Mas até que consegui lugares bem localizados e um custo-benefício aceitável nas minhas duas passagens pela cidade. Primeiro, fiquei no Hotel Guten Morgen, por 4.400 rublos (57 euros) a diária de um quarto duplo grande, mas com banheiro compartilhado. Nada de especial, mas eficiente e a apenas 1 km da Catedral de Saint Isaac, em uma ruas às margens do Rio Neva. Depois, dormi no hostel Friends on Bankovsky, por 2.100 rublos (27 euros) a diária de um quarto duplo, também sem banheiro dentro. Local simples, mas com boa estrutura, com mais cara de albergue para viajantes mesmo, tem um espaço comum com sofás, mesas e até uma mesa de pebolim para as pessoas socializarem. Este fica próximo da estação de metrô Nevskiy Prospekt, a 1,5 km do Hermitage, mas a rede Friends tem outros hostels e hotéis pela cidade. Boa opção econômica.

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               O QUE FAZER:

 

Independentemente de quanto tempo você fique em São Petersburgo, o Museu Hermitage deve ser uma prioridade no roteiro. Ele é comparável ao Louvre, em Paris. Inaugurado em 1764, foi construído pelos governantes russos que queriam mostrar riqueza. Queriam também que a cidade se tornasse um modelo na Europa. E por mais bonito e imponente que ele seja por fora, é na parte interna que é possível observar o luxo, os detalhes da arquitetura, paredes, tetos, lustres e um acervo de mais de três milhões de obras de arte (nem tudo está em exposição). São centenas de salas e galerias realmente impressionantes, bastante ornamentadas. O museu é gigantesco e formado por vários edifícios, o principal deles é o Palácio de Inverno, que foi residência oficial dos czares. Para visitar o Hermitage em algumas horas, como fizemos, é preciso escolher exatamente o que ver, já que é impossível conhecê-lo inteiro em um dia. Entre os principais destaques estão a escadaria Jordan logo na entrada, o trono do czar, o relógio Peacock Clok no Pavilion Hall, jóias e tesouros nos Gold Rooms, duas Madonas de Leonardo da Vinci, grande coleção de Caravaggio, Rembrandt, Michelangelo... O ingresso custa 700 rublos (9 euros) e vale a pena comprar online antes para evitar filas. Logo em frente ao museu, a histórica Praça do Palácio conta com a Coluna de Alexander e do lado oposto o prédio do Palácio do Estado Maior.


A uma curta caminhada dali está outro símbolo da cidade: a Catedral do Sangue Derramado (Church of the Saviour on Spilled Blood). Construída no lugar onde o czar Alexander II foi assassinado em 1881, a igreja toda colorida lembra o estilo da Catedral de São Basílio, em Moscou, e o lado de dentro é decorado com belos mosaicos. Para entrar, paga-se 250 rublos (3 euros). Ali perto há barracas que vendem souvenirs, incluindo as tradicionais bonecas matrioskas. Durante a Copa de 2018, foi montado bem ao lado a Fifa Fan Fest, espaço com telões para os torcedores assistirem aos jogos. Outro monumento imperdível é a Catedral de Saint Isaac, ortodoxa, com enorme cúpula dourada, imensas colunas e decorada com muito ouro. A entrada custa 250 rublos (3 euros) e paga-se mais 150 rublos (2 euros) para subir as escadas até o domo e ter uma vista panorâmica da cidade lá do alto. Esta região do centro histórico ainda conta com diversos outros atrativos que podem ser visitados de acordo com o interesse específico de cada um. A Nevsky Prospekt, avenida mais importante de São Petersburgo, é uma boa referência para se guiar. Além de lojas, restaurantes e bares, ela tem bonitos prédios e pontos turísticos, como a Catedral Nossa Senhora de Kazan, o Palácio Stroganov e a Igreja de Santa Catarina. Outros lugares nas redondezas são o Museu Russo (que tem vários edifícios), o Almirantado, a Catedral de São Nicolau, o Monastério Alexander Nevsky, o Teatro Mariinsky, o Cavaleiro de Bronze (estátua do czar Pedro, o Grande), o parque Campo de Marte, o Jardim de Verão, o Castelo Mikhailovsky.


Depois de visitar essa região central, uma ideia de passeio é cruzar o Rio Neva pela Ponte do Palácio (Dvortsovyy Most) para explorar outras áreas. Atenção pois esta é uma das várias bonitas pontes iluminadas da cidade, que se levantam durante a madrugada para permitir a circulação de grandes barcos. Com isso, nesses horários fica praticamente impossível atravessar de um lado pro outro, seria preciso dar uma volta enorme na cidade. Cruzando esta ponte chega-se à Ilha Vasilievsky, onde ficam o Museu Naval, as Colunas Rostrais, esfinges do Egito Antigo, o Museu Kunstkamera, o Palácio Menshikov, entre outros. A partir desta ilha também há um bonito visual do centro histórico ao fundo, com o Hermitage e o Almirantado às margens do Rio Neva. Dali, a uma breve andada e passando por mais uma ponte, logo depois está a região de Petrogradsky, onde a grande atração é a Fortaleza de Pedro e Paulo (Peter and Paul Fortress), complexo hoje também chamado de Museum of the History of St. Petersburg, que fica na pequena ilha de Zayachy. O local cercado por muralhas foi construído na época da fundação da cidade e serviu de proteção contra o ataque dos suecos. Atualmente, a entrada é gratuita na parte ao ar livre, mas é cobrado ingresso (550 rublos, ou 77 euros) para a Catedral de São Pedro e São Paulo, que fica dentro do complexo, abriga os túmulos de todos os czares russos da dinastia Romanov e, mais uma vez, muito ouro. Existem outras construções lá neste espaço, como pequenos museus e uma antiga prisão, que são pagos, e até uma pequena “praia”. Por fim, antes de cruzar a ponte Troitskiy de volta ao centro, ali perto fica a Mesquita de São Petersburgo, na qual a entrada é permitida só para muçulmanos, mas vale uma passada pela beleza dos mosaicos coloridos nas paredes externas que rende boas fotos. Um pouco mais afastado, para quem gosta de futebol, o roteiro pode incluir o moderno estádio Krestovsky.


Outra atração que está entre os cartões-postais de São Petersburgo é o Palácio Peterhof, ou Palácio de Verão, localizado a 30 km do centro, na entrada do Golfo da Finlândia. Ele é considerado como o Palácio de Versalhes da Rússia e, de fato, é tão bonito quanto ou até mais do que o château francês, que serviu de inspiração. É um grande complexo de jardins, fontes e palácios luxuosos, construído entre 1714 e 1725 a mando de Pedro, o Grande. O maior destaque é a Grande Cascata, ponto mais fotogênico, que fica nos Lower Gardens (Jardins Inferiores), Para ter acesso a esta parte, o ingresso custa 900 rublos (12 euros), mas existem outras opções de bilhetes. Para entrar no Grande Palácio, o principal, é preciso desembolsar mais 1.000 rublos (13 euros). Já os Upper Gardens (Jardins Superiores) são gratuitos. A maneira mais rápida para chegar até o Peterhof é pegar um barco, que sai do píer atrás do Hermitage e demora uns 30 minutos, mas dá pra economizar pegando metrô e depois um ônibus, trajeto feito em cerca de 1 hora e meia. Também nos arredores da cidade, mais precisamente em Pushkin, fica o Palácio de Catarina, ou Tsarskoye Selo, que não tive tempo de visitar, mas é outra construção imponente e cheio de pompa, erguido a mando de Catarina I, a esposa do czar Pedro.


Como deu pra perceber não faltam atrações em São Petersburgo, então é preciso planejar bem o tempo. E não acaba por aí. Para quem quiser apreciar melhor o rio e os canais, por exemplo, há passeios de barco. Já quem viajar durante o verão terá a oportunidade de presenciar o fenômeno das noites brancas, quando os dias claros são bastante longos e a escuridão da noite praticamente não existe. Isso acontece durante o verão europeu, entre junho e julho, com o ápice no solstício, na madrugada de 20 para 21 de junho, o dia mais longo do ano. Eu estava lá nesta época e é impressionante. Entre 2h e 3h da manhã é o momento que fica menos claro, mas não fica totalmente escuro de verdade. Isso acontece porque a cidade está localizada próxima ao Círculo Polar Ártico, em região de latitude alta. Dá pra imaginar cenas do famoso livro “Noites Brancas”, do escritor russo Fiodor Dostoievski. Neste período, uma vez por ano acontece o Scarlet Sails, um dos maiores eventos do país, em que barcos antigos com velas vermelhas navegam e “desfilam” pelo Rio Neva, há show de fogos de artifício, apresentações musicais e culturais. Uma multidão de pessoas se reúne nas ruas para celebrar esta tradição que existe desde os tempos soviéticos e cresce a cada ano. É um motivo a mais entre tantos para programar uma viagem a “Peters”!

             COMER E BEBER:

 

Não faltam opções de restaurantes (ou ресторан, para ir se acostumando com o alfabeto cirílico) em São Petersburgo para provar a culinária russa, dos mais variados níveis e preços. Experimentamos dois que podemos recomendar pela excelente qualidade e também pelo custo-benefício, lugares onde comemos bem demais e sem gastar muito dinheiro. Um deles é o Yat, que tem especialidades locais e fica perto do Hermitage. Os pratos individuais de frango ou carne têm preços entre 400 e 700 rublos (5 e 9 euros). Pedimos lá de entrada uma ótima sopa borsch, bem tradicional, feita de beterraba. O cardápio também conta com diferentes tipos de vodka de vários sabores para degustação. O outro restaurante que gostamos bastante é o Mari Vanna, próximo à Fortaleza de Pedro e Paulo. Destaque lá não só para a ótima comida, mas também para a decoração do local, que parece até a casa de uma avó. Desta vez comemos pelmeni de entrada, uma porção por 450 rublos (6 euros), e depois pedi um prato individual de strogonoff de carne por 890 rublos (11,50 euros). Foram duas refeições bem típicas. Mais russo do que isso, impossível!

 

E quando falamos em Rússia, é claro que não pode faltar vodka. Existem vários bares para curtir a noite e apreciar a tradicional bebida local. A avenida principal Nevsky Prospekt conta com boas opções, mas a maior concentração fica perto da estação de metrô de mesmo nome, mais precisamente nas ruas Dumskaya e Lomonosova. O movimento noturno é grande por ali em bares com música e boates, como o Fidel Bar, Nebar, Soul Kitchen, entre outros.

               IMPERDÍVEL:

 

- Bonito do lado de fora e ainda mais belo por dentro, com muito luxo, ouro e riqueza de detalhes. O Museu Hermitage é o Louvre da Rússia.


- As principais atrações de São Petersburgo ficam na região central, mas vale conhecer os arredores, principalmente o Palácio Peterhof e seus jardins.


- Viajar durante o verão europeu, em junho e julho, além de evitar o frio, proporciona dias claros longos e o fenômeno das noites brancas.

QUER SABER MAIS SOBRE SÃO PETERSBURGO ? ACESSE TAMBÉM:

 

- Site oficial da cidade

 

- Lala Rebelo Travel Blog

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