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COSTA AMALFITANA e SORRENTO: o que visitar

Um aperitivo das principais cidades e praias da costa mais chique da Itália
Publicado em:

Quando fui à Costa Amalfitana: Agosto de 2019

Quanto tempo: 2 dias (mais 2 dias em Capri)

O litoral da Itália oferece uma infinidade de lugares charmosos e interessantíssimos de norte a sul do país. Mas o trecho considerado mais chique e famoso é a Costa Amalfitana, que se estende por 60 km na chamada Península Sorrentina, na região da Campânia, perto de Nápoles. Com pouco tempo disponível e sem gastar muito dinheiro, nossa viagem foi apenas um aperitivo para conhecer as principais cidades, vilarejos e pequenas praias deste destino localizado em uma área montanhosa, com estradas sinuosas e penhascos à beira-mar. Prepare-se para belos visuais, ambiente agradável e ótima gastronomia.

Banhada pelo Mar Tirreno, a Costa Amalfitana, que na antiguidade se desenvolveu por causa do comércio marítimo, hoje abrange 13 comunas que ficam entre Sorrento e Salerno. Sendo que essas duas cidades nos extremos oficialmente e geograficamente não fazem parte desta costa, mas podem servir muito bem como base para explorá-la. Pela localização, atrações e preços mais baixos, nós optamos por ficar hospedados duas noites em Sorrento. Em um dos dias conhecemos lá, e no outro fomos para Positano e o Fiordo di Furore. Outras cidades bem procuradas são Amalfi e Ravello, mas infelizmente não chegamos a visitá-las. Ficarão para uma próxima. Tivemos que fazer uma escolha. Com isso, nos outros dois dias que estivemos na região, decidimos ir para a ilha de Capri e dormir lá, ao invés de fazer um bate-volta na ilha. Eu diria que um mínimo de quatro dias é o ideal para conhecer a Costa Amalfitana (fora Capri), pois os deslocamentos não são tão rápidos quanto nos vilarejos de Cinque Terre, um lugar também belíssimo na Itália, mas mais compacto, onde fomos no ano anterior.

Depois disso, nós seguimos viagem para Nápoles (com ida às ruínas de Pompéia e ao Vulcão Vesúvio) e Roma. Viajamos em agosto de 2019, em plena alta temporada do verão europeu, quando o clima é mais quente e agradável para quem curte praia e sol, mas a Costa fica lotada de turistas e com preços mais altos. Para quem prefere mais tranquilidade e ainda pegar temperaturas boas, junho e setembro são bons meses para aproveitar. Mais perto do inverno, entre novembro e abril, eu não aconselho, já que as melhores atrações perdem a graça. Afinal, é um destino onde as principais belezas se destacam no calor. E bota beleza nisso! Natureza e história juntas. Seja em cada prainha no meio das rochas ou nas ruazinhas com construções medievais das vilas italianas, aprecie o charme da Costa Amalfitana degustando um prato de frutos do mar e uma dose de limoncello!

Reservas

TRANSPORTE:

Para ir até a Costa Amalfitana, nós embarcamos em um voo de Paris até Nápoles, onde fica o aeroporto internacional mais perto, pela Easyjet, por 58 euros. Depois de um táxi até o centro da cidade, seguimos a viagem com o trem Circumvesuviana, saindo da estação Napoli Centrale até Sorrento, por 3,90 euros, trajeto feito em 1h10. Compramos o ticket na hora facilmente. Mas vale citar que viajamos na alta temporada e pegamos o trem bem cheio no início, tendo que ficar um bom tempo em pé. Ele faz várias paradas em outras cidades no caminho, incluindo nas ruínas históricas de Pompéia e Herculano, que atraem muitos turistas. Existe uma opção de trem um pouco mais rápido e confortável, o Campania Express, por 8 euros e 40 minutos, que opera de meados de março a outubro. Outra alternativa é o ônibus da Curreri Viaggi, que sai direto do aeroporto de Nápoles até Sorrento em 1h15, com paradas, por 10 euros. Para quem quer ainda mais conforto, há transfers privados, mas aí espere gastar muito mais dinheiro.

Ficamos hospedados em Sorrento e depois mais uma noite em Capri. Para ir embora da região, voltamos de ferry para Nápoles e de lá fomos de trem para Roma. Paguei bem barato, apenas 10 euros no trem Intercity para a capital italiana, duas horas de viagem, comprando o bilhete com três meses de antecedência. Mas este preço pode variar e subir dependendo da data, horário e se for um trem mais rápido como o Frecciarossa (1h10). Também há trens de Roma até Salerno, que fica na outra ponta da Costa. O site da Trenitalia tem todas as informações.

Para circular entre as cidades da Costa Amalfitana, nós cogitamos alugar carro, o que sempre dá uma liberdade maior para conhecer os lugares. Mas após pesquisar, vimos muitos relatos sobre a dificuldade de espaço para estacionar, trânsito complicado na costa e estradas sinuosas, além do custo ser mais alto. Lembrando que não tem trem para se deslocar dentro da região, as ferrovias só chegam até Sorrento ou Salerno. Com isso, resolvemos economizar e pegar ônibus para fazer os seguintes trajetos: primeiro, de Sorrento até o Fiordo di Furore (25 km e 1h15); depois, do Fiordo até Positano (12 km e 35 minutos); e no fim, a volta de Positano para Sorrento (18 km e 50 minutos). O ticket individual de cada trajeto custa uns 3 euros, ou 10 euros para o bilhete ilimitado válido por 24 horas. Mas não pense que foi tudo fácil e rápido. Como viajamos no auge do verão europeu, teve fila no ponto de ônibus na ida e na volta, mas nada absurdo também, nos viramos bem. Era uma coisa prevista até pelo horário de manhã e depois no fim da tarde. Então, não adianta se estressar e querer fazer tudo em pouco tempo. Quem tem pique de acordar bem cedo consegue evitar essa espera que pode irritar algumas pessoas. Como Sorrento era o ponto inicial, tendo os horários em mãos, isso facilitou nossa ida. Já na volta de Positano, o ônibus passou lotado no ponto. Entramos e ficamos em pé, mas às vezes é preciso esperar o próximo. A SITA é a empresa de ônibus que opera essas e mais linhas que também servem outras cidades da região, como Amalfi, Ravello e Salerno, por exemplo (confira aqui todos os horários dos ônibus na Costa Amalfitana). Dentro das comunas, é possível fazer tudo a pé, apesar das muitas subidas e descidas.

Uma maneira mais rápida para ir de um lugar a outro da Costa é usar os barcos, que também proporcionam belos visuais no mar. Porém, é mais caro, com menos opções de horários e alguns só funcionam de meados de abril até outubro. De Sorrento a Positano, por exemplo, o ferry demora 40 minutos e custa 20 euros só ida. A Alicost e a Travelmar são duas empresas que fazem esses trechos. Já para ir até a ilha de Capri, o barco é o único meio de transporte regular, com saídas de várias cidades. Nós pegamos um ferry saindo de Sorrento, ticket por 22 euros e apenas 20 minutos de trajeto, da empresa NLG. Na volta, partimos para Nápoles, por 20 euros e 50 minutos, pela SNAV. Existem diversos horários de barcos operados por essas e outras empresas. Mais detalhes no site Capri.com. Com todas essas opções de transporte para circular entre os lugares, o conselho é programar o roteiro de acordo com o seu tempo disponível, possibilidade financeira e expectativa em relação ao conforto/perrengue, pesando os prós e os contras de cada um e escolhendo o melhor custo-benefício para a sua realidade.

HOSPEDAGEM:

Entre as várias cidades possíveis para se hospedar na região, dormimos duas noites em Sorrento, que oficialmente não faz parte da Costa Amalfitana, mas fica bem ao lado e pode servir muito bem como base para explorá-la. Nossa escolha foi muito por causa da oferta de hotéis com preços mais em conta, mas também por Sorrento ser um pouco maior e mais movimentada à noite, sendo igualmente agradável e com praias bonitas durante o dia. Além disso, é bem localizada com boa conexão de transportes regulares, como trem para Nápoles, barco para Capri e ônibus para Positano e outras comunas. Positano também é uma excelente opção para hospedagem, até mais cobiçada, mas os preços são bem mais altos. É uma cidade menor, talvez a mais chique delas e com ótima localização bem no meio da Costa. Outras alternativas por ali são Amalfi, também no litoral, e Ravello, sem praia.

Em Sorrento, ficamos hospedados no Ostello Le Sirene e pagamos 152 euros pela diária de um quarto quádruplo privado, ou 38 euros por pessoa cada noite. Não é exatamente um hotel, é mais no estilo prédio com apartamentos alugados para turistas, com uma recepção em um estabelecimento logo ao lado no térreo. O quarto que ficamos tinha banheiro, uma cama de casal e um beliche, nada muito espaçoso, mas bem arrumado. Foi um bom custo-benefício, ainda mais levando em consideração que é uma região cara e os valores aumentam ainda mais nessa época em que viajamos, em agosto, no auge do verão europeu. Ele fica localizado perto da estação de trem, a uma tranquila caminhada de pouco menos de 1 km do centro da cidade. Como hóspedes, ainda ganhamos um cupom de desconto para o restaurante vizinho, o La Caffetteria Lounge Bar, onde comemos massa em um almoço, lugar simples, mas com preços baixos.

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SORRENTO:

Conhecemos o básico da nossa cidade usada como base em um dia. Logo que chegamos pela manhã, fizemos check-in no hotel, almoçamos e fomos explorá-la. Sorrento tem apenas 15 mil habitantes, mas é maior que todas as cidades da Costa Amalfitana e conta com boa estrutura turística. Apesar de não ficar oficialmente na região, é colada e tem características similares. Com calor intenso, a primeira coisa que fizemos foi aproveitar a praia. Seguindo recomendações, o destino foi o Bagni Regina Giovanna, que na verdade não é exatamente uma praia, é mais uma piscina natural no meio das pedras e ruínas de uma antiga vila romana. Belo lugar, com água cristalina e tranquila, uma parte mais fechada cercada pelas rochas e outra aberta ao mar. Para chegar lá, pegamos um ônibus, apenas 10 minutos do centro até a área de Capo di Sorrento, depois uma caminhada de mais uns 10 minutos até o local exato, descendo uma trilha que exige esforço leve.

À tarde, voltamos para o centro histórico, que fica na parte alta da cidade construída sobre uma geografia de falésias. Lá embaixo do penhasco, fica a praia central, que se localiza bem ao lado da Marina Piccola, onde fica o porto de onde saem os barcos para Capri e outros passeios. Tem um espaço bem pequeno de praia pública com areia. O restante são decks de madeira construídos sobre o mar e as pedras, com restaurantes e beach clubs privados, que cobram entrada e também para sentar nas cadeiras e espreguiçadeiras. Não chegamos a entrar na água ali, mas o visual é bonito, principalmente quando visto de cima, a partir do mirante dos jardins da Villa Comunale. Para subir e descer, há um elevador, mas também é tranquilo ir a pé pelas rampas. Ali do alto é um ótimo lugar para ver o belo pôr do sol em Sorrento, uma disputa boa com a Piazza della Vittoria, uma praça que fica a poucos metros mais à frente e também atrai bastante gente neste horário do entardecer. Seguindo um pouco adiante fica a Marina Grande, lugar mais tranquilo, dominado por barquinhos de pescadores, mas também onde é possível nadar no mar e apreciar os restaurantes.

O centrinho de Sorrento é bastante agradável para um passeio em meio ao comércio e construções históricas. Destaque para Piazza Tasso e a Corso Italia, principais praça e rua da cidade, cheias de restaurantes, bares e lojas. Entre outros pontos procurados pelos turistas nas redondezas estão a Catedral de Sorrento (ou a Catedral dos Santos Filippo e Giacomo), a Igreja e o Claustro de São Francisco, Basílica Sant’Antonino e o Vallone dei Mulini (Vale dos Moinhos). À noite, o movimento é grande nas ruas durante a alta temporada de verão. Nós jantamos no Fauno Bar, que fica na Piazza Tasso. Comemos um ótimo prato individual de “grigliata mista” de frutos do mar (misto de peixe branco, salmão, lula e camarão grelhados), por 18 euros, e um risoto de camarão com abobrinha, por 14 euros. Depois, tomamos um autêntico “gelato” italiano de sobremesa na sorveteria Primavera, que tem as paredes e teto inteiramente decorados com fotos de pessoas famosas e celebridades que já visitaram o local, além de algumas camisas de futebol. Também não deixe de pelo menos experimentar uma dose de limoncello, o licor de limão típico desta região da Itália (aliás, plantação de limão é o que não falta por lá). Se a bebida cair bem e garantir a animação, existem bares e pequenas baladas para quem quiser agito até de madrugada.

POSITANO:

No segundo dia, pegamos o ônibus e fomos conhecer Positano, a cidade que mais ilustra a definição de elegância da Costa Amalfitana. É a comuna que a maioria dos turistas quer visitar. Com uma população de apenas 4 mil habitantes e um pequeno espaço territorial localizado entre subidas e descidas (prepare-se para as escadarias) na montanha à beira-mar, a concorrência é grande e os preços são altos. Mas nada que impeça de aproveitar bem o dia e encontrar lugares com bom custo-benefício. Nós começamos novamente aproveitando a praia. Ficamos na Spiaggia Grande, a praia principal, logo ao lado da Marina Grande, de onde saem os barcos e passeios. Não espere uma praia paradisíaca no estilo Caribe, essa região historicamente é formada por cidades portuárias, mas que também proporciona um belo cenário. É este lugar de Positano que estampa a maioria dos cartões-postais, aquela imagem do mar azul, areia mais escura cheia de espreguiçadeiras e guarda-sóis coloridos, com casinhas coloridas amontoadas no morro ao fundo. Logo ao lado, andando uns 500 metros pela costa, está a praia de Fornillo, um pouco menor e mais tranquila, mas parecida e igualmente com boa estrutura. Em ambas há um espaço público para quem quiser esticar a toalha na areia sem precisar pagar para sentar nas cadeiras dos bares/restaurantes/beach clubs. Nós gostamos bastante de praia e costumamos passar horas curtindo sol e mar. Mas quem não é tão viciado assim, pode aproveitar outros atrativos com mais calma.

De qualquer forma, reserve um tempo também pra passear sem pressa e se perder pelas ruazinhas do centro histórico de Positano, em meio a lojas com produtos típicos, arquitetura interessante e pontos com bela vista panorâmica. Entre as construções, o grande destaque é a Igreja de Santa Maria Assunta, com a sua cúpula bizantina feita de mosaico colorido. Por ali também não faltam opções de ótimos restaurantes com especialidades italianas. Antes de voltar para Sorrento à noite no horário do último ônibus (por volta das 22h), nós jantamos no restaurante L’Incanto, que fica bem na frente da praia, em um ambiente badalado e super agradável, inclusive com um bar pé na areia. Comemos uma salada com frutos do mar (18 euros), um excelente risoto de camarão com limão e provolone (22 euros) e bebemos uma garrafa de vinho (26 euros). Pela localização na cidade mais chique da região, achamos o preço justo. Para quem estiver hospedado em Positano e quiser esticar a noite, a balada lá é a Music on the Rocks.

O QUE MAIS FAZER:

Entre as outras diversas cidades, vilarejos e praias da Costa Amalfitana, escolhemos conhecer também o Fiordo di Furore, um dos lugares da região que mais aparecem em fotos de redes sociais, perfis no Instagram e blogs de viagem. É uma imagem clássica e realmente peculiar. Uma praia bem pequena que fica em um fiorde, uma entrada do mar entre os enormes paredões de pedra das montanhas. A composição deste belo cenário se completa com uma ponte antiga em forma de arco logo acima, que faz parte da estrada que percorre toda a costa. O Fiordo se localiza na comuna de Furore, entre Positano e Amalfi. Nós estivemos lá antes de ir para Positano, no mesmo dia pela manhã, saindo de ônibus desde Sorrento. Tem um ponto logo em frente. Atenção para quem estiver de carro, pois a pista é estreita e não há lugar perto para estacionar.

Chegando lá, normalmente é só descer uma escadaria logo ao lado da ponte até a praia. Porém, quando fomos, em agosto de 2019, o acesso estava fechado pelas autoridades por causa do deslizamento da encosta. Mesmo assim, tinha gente lá embaixo na praia, nós seguimos o mesmo caminho e não vimos nenhum perigo. E aqui, que fique bem claro um alerta importante: apesar de ter sido bem tranquilo, cada um faça isso por sua conta e risco, apenas se se sentir seguro. Andando uns 5 minutos por uma pequena via junto ao morro, há uma outra entrada em que é bem mais fácil de pular o muro construído para impedir o acesso. Depois, é só descer as escadas e aproveitar o dia com tranquilidade. Vale citar que pela manhã uma parte da praia fica na sombra, então é melhor ir mais no início da tarde quando o sol já bate em toda a areia e na água, horário que também costuma ficar mais cheio durante o verão.

Como eu já escrevi acima, não tivemos tempo de ir para outras cidades da região nesta viagem (pois escolhemos ficar dois dias na ilha de Capri), mas destacam-se principalmente Amalfi (também no litoral, bem pequena, umas das mais importantes repúblicas marítimas da Itália antigamente) e Ravello (sem praia, no alto da montanha saindo da costa, com belo visual panorâmico). Também existem diversas pequenas praias e lugares pitorescos entre as comunas de Nerano, Praiano, Maiori, Minori, Cetara e Vietri sul Mare. Em todas elas, a certeza é de encontrar charme, história, belezas naturais e uma atmosfera italiana marcante.

IMPERDÍVEL:

– Pela localização, transporte, atrações e preços mais baixos, Sorrento é uma excelente opção para ser usada como base de hospedagem.

– Entre as 13 comunas da Costa Amalfitana, Positano é a mais cobiçada e tem que ser visitada. Para uma praia diferente e bonita, vá também ao Fiordo di Furore.

– Carro, ônibus ou barco para circular entre as cidades? Nós pegamos ônibus, mas há prós e contras em cada um. Escolha o melhor custo-benefício para a sua realidade.

QUER SABER MAIS SOBRE A COSTA AMALFITANA ? ACESSE TAMBÉM:

Site de turismo sobre a Costa Amlfitana

Tiago Leme
Tiago Lemehttps://www.boraviajaragora.com/
Jornalista, autor do Bora Viajar Agora, atualmente morando em Paris, trabalhando como freelancer. Já visitei 77 países. Os posts escritos neste blog são relatos de minhas viagens, com dicas e informações para ajudar outros viajantes.

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