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LIVINGSTONE: o que fazer, passeios, como visitar a Victoria Falls

O lado da Zâmbia da Victoria Falls, com piscina no topo das cataratas e influências britânicas
Publicado em:

Quando fui a Livingstone: Julho de 2017

Quanto tempo: 3 dias

“A fumaça que troveja” de um lado da fronteira também troveja do outro. Do lado da Zâmbia, Livingstone é a cidade a ser visitada para apreciar a espetacular Victoria Falls, ou Mosi-oa-Tunya na língua africana tonga, considerada a maior catarata do mundo. E assim como acontece no vizinho Zimbábue, este destino cheio de influência da colonização britânica também oferece diversas atividades, sendo a mais famosa delas a Devil’s Pool, uma piscina natural no topo da queda d’água que pode ser acessada durante alguns meses do ano.

Zim ou Zam? Qual lado visitar? Nós fomos aos dois lados durante o mochilão que fizemos na África (veja o roteiro completo), entre julho e agosto de 2017. Entre semelhanças e diferenças, achamos que vale a pena ir em ambos. Neste post aqui, vamos falar sobre a parte da Zâmbia, de onde é possível chegar mais perto das cataratas, e Livingstone, e neste outro post escrevemos sobre o Zimbábue e o município de Victoria Falls.

David Livingstone é o missionário e explorador britânico, primeiro europeu a desbravar a região, que dá nome à cidade de cerca de 140 mil habitantes. Apesar de alguns prédios antigos terem sido destruídos e substituídos pela arquitetura africana após a independência da Zâmbia em 1964, os colonos ingleses deixaram suas marcas, como ferrovias, construções e claro, o nome das cataratas, em homenagem à Rainha Victoria.

Assim como acontece do outro lado do Rio Zambezi, Livingstone também é bem estruturada para receber os turistas, é um lugar relativamente seguro, o visto é facilmente tirado nos aeroportos e fronteiras do país, mas brasileiros ainda são minoria por lá. O custo das atividades da região é alto para o padrão mochileiro, mas existem muitas opções mais econômicas, e vale a pena absorver um pouco da vida cotidiana simples dos zambianos, como por exemplo na vila local Simonga. Belezas naturais, vida animal, aventura e cultura da África: juntamos um pouco de cada coisa, e Livingstone ficou marcada positivamente na nossa viagem, foi mais do que “apenas” conhecer a impressionante Victoria Falls.

TRANSPORTE:

Para chegar até Livingstone, cruzamos a fronteira vindo da cidade de Victoria Falls, no Zimbábue, caminho que boa parte dos viajantes também faz. A distância entre os postos de imigração dos dois países é de 1,5km e fizemos este trajeto a pé, mas no caminho há táxis e triciclos oferecendo transporte. Negocie bem e fique esperto com os malandros! Para quem não tem pressa, vale a pena ir andando e apreciando a paisagem, passando pela ponte por cima do Rio Zambezi e vendo ao fundo as cataratas. Depois de carimbar o passaporte na entrada da Zâmbia, são quase 10km até o centro da cidade, então é preciso pegar um táxi, por 60 kwachas (7 dólares), ou agendar um transfer com o hostel/hotel. Caso queira ir direto para o parque da Victoria Falls, é só caminhar alguns poucos metros depois da imigração.

Para ir embora de Livingstone em direção à capital Lusaka, nós pegamos um ônibus da empresa Shalom, por 140 kwachas (15 dólares), saindo às 8h30 da manhã, uma viagem de 7 horas, com atraso de 40 minutos na saída, problema comum nos deslocamentos pela África. Esteja preparado para uma certa bagunça nas rodoviárias do país, mas tendo atenção e bom senso, tudo dá certo. Também existem ônibus para outras cidades zambianas e para a fronteira com a Botswana. Livingstone ainda conta com um pequeno aeroporto, que recebe voos de destinos domésticos e alguns internacionais, como da África do Sul.

Para circular dentro da cidade, é bom pegar táxi para deslocamentos à noite por segurança, trajetos que ficam entre 20 e 30 kwachas (2 a 3 dólares). Durante o dia, é tranquilo para andar a pé. Para ir do centro até as cataratas, vale o mesmo da ida até a fronteira com o Zimbábue: táxi por 60 kwachas (7 dólares) por trecho.

HOSPEDAGEM:

A receptividade e a qualidade do hostel que escolhemos foi um dos motivos que nos fez ficar um dia a mais em Livingstone, dormimos três ao invés das duas noites previstas por lá. Por isso, a indicação de hospedagem em Livingstone vai sem qualquer dúvida: Jollyboys Backpackers (veja fotos na galeria). Ficamos em um ótimo quarto duplo, com banheiro privativo, ar condicionado e mosquiteiro na cama (o que é sempre importante em uma região com risco de malária), que custa 65 dólares por noite. Para os dormitórios compartilhados, os preços começam a partir de 15 dólares, e ainda há outras opções de quartos duplo, triplo, quádruplo ou barraca de camping.

Piscina para os dias de calor, área comum com sofás e almofadas, mesas de jogos e sala de massagem são atrativos que também estão à disposição dos hóspedes. Além disso, claro, um bar/restaurante com cardápio desde o café da manhã , passando por saladas e sanduíches para almoço e jantar, a partir de uns 5 dólares, até drinks e bebidas para animar a noite, como a cerveja local Mosi, que custava apenas 12 kwachas (1,30 dólar) O local tem excelente atmosfera e espaço suficiente para agradar a quem prefere ficar mais tranquilo e relaxar ou a quem tem intenção de interagir com outros viajantes.

O Jollyboys fica no centro da cidade e oferece transfer de graça, em horário determinado pela manhã, para a Victoria Falls e a fronteira com o Zimbábue. Na recepção do hostel também é possível se informar e fechar os mais variados tipos de atividades disponíveis na região (leia mais abaixo).

Para quem não se importa em gastar mais grana, Livingstone também oferece alternativas mais caras, como lodges mais luxuosos que ficam às margens do Rio Zambezi e ao lado do parque nacional, com a possibilidade de visualizar animais selvagens.

*O Bora Viajar Agora ficou hospedado a convite do Jollyboys Backpackers. Agradecemos pela parceria e aproveitamos para ressaltar que nossas opiniões são pessoais e independentes.

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VICTORIA FALLS:

No lado do Zâmbia, o parque Victoria Falls World Heritage é o lugar para ir e ver as enormes cataratas com o constante arco-íris que as acompanham, ingresso a 20 dólares, passeio que pode ser feito tranquilamente de forma independente durante umas duas horas, também dependendo do ritmo da caminhada e da quantidade de fotos. O parque tem como destaque a Knife Edge Bridge, uma pequena ponte que te leva mais próximo das quedas d’água, além de outros pontos de observação.

É a partir da Zâmbia que você tem a possibilidade de chegar mais perto das cataratas, enquanto no Zimbábue você tem a melhor vista, bem de frente. Vale a pena conhecer os dois lados e dá até para fazer isso no mesmo dia, cruzando a fronteira pela ponte que separa os dois países e pegando o visto lá na hora mesmo. Essa é uma opção que muita gente faz por falta de tempo, mas nós preferimos ficar também uns dias na cidade de Vic Falls.

Além da Knife Edge, outros lugares de interesse dentro do parque são o Boiling Pot, um íngreme descida que te leva até o nível do Rio Zambezi, e a estátua do escocês David Livingstone, em meio a trilhas percorridas com a companhia frequente de babuínos.

Com 1,7km de extensão e altura máxima de 108 metros, a Victoria Falls é considerada a maior catarata do mundo pela combinação dessas duas medidas (as Cataratas do Iguaçu são mais extensas), é realmente impressionante, um dos pontos altos da viagem à África. Por tudo isso, ela entrou no ranking Top 10 Belezas Naturais do Bora Viajar Agora.

Qual a melhor época para ir?

Depende, cada temporada tem seus prós e contras. De dezembro a fevereiro é quando mais chove, então a Victoria Falls começa a ficar mais volumosa a partir de janeiro até maio, mas muitas vezes o grande spray de água atrapalha o visual. Neste período, leve uma capa de chuva ou prepare-se para ficar bem molhado ao caminhar próximo às quedas d’água. Do lado do Zimbábue, as principais cataratas nunca secam, mas do lado da Zâmbia praticamente não tem água caindo durante a seca, de outubro até dezembro. Claro que esses períodos não são exatos e podem variar um pouco a cada ano, dependendo da quantidade das chuvas. Nós fomos para lá no fim de julho, pegamos só dias de sol (apesar de ser inverno, fazia uns 28°C de dia e 15°C à noite) e as cataratas com ótimo volume, nos molhávamos em alguns pontos, mas nada que atrapalhasse.

LIVINGSTONE ISLAND E DEVIL’S OU ANGELS POOL:

Quando ir para Victoria Falls também influencia em outra atração bastante famosa por lá: a Devil’s Pool, que fica aberta apenas quando o nível da água está baixo, normalmente entre agosto e janeiro ou fevereiro. A “Piscina do Diabo” fica no topo das cataratas, bem na extremidade, ao lado da Livingstone Island, e neste passeio você tem a oportunidade de entrar na água e ficar à beira do precipício, o que rende fotos impressionantes. É preciso coragem claro, mas isso não siginifica que seja perigoso. Tudo é feito sempre acompanhado bem de perto por guias especializados, que estão acostumados a fazer isso todos os dias e sabem exatamente onde e quando é possível entrar nesta piscina natural, formada em uma cavidade entre as pedras e acessível apenas na época da seca. Nós fomos para Livingstone no final de julho e a Devil’s Pool ainda estava fechada, abriu umas duas semanas depois, por isso nós pudemos entrar apenas na Angel’s Pool, uma piscina menor que fica ali perto, mas em um ponto que tem menos água, por isso fica aberta em um período maior do ano.

Para ir até a Devil’s Pool (ou Angel’s Pool) é preciso contratar o passeio para a Livingstone Island, e a única agência credenciada para operá-lo é a Tongabezi. Os preços são altos e variam conforme o horário escolhido, mas a experiência é marcante. Onde mais no mundo você teria uma oportunidade dessa? Nós fomos às 12h30, pelo preço de 165 dólares, com excelente almoço incluído e duração total de 2h30. O valor mais barato é pela manhã, que sai por 100 dólares, com café da manhã incluso.

O passeio começa no Royal Livingstone Hotel, ponto de encontro de onde sai o barco em direção à Livingstone Island. Em menos de dez minutos se chega à ilha, que fica no topo das cataratas, já bem perto da extremidade. Depois de um drink local de boas vindas, uma rápida caminhada por ali e explicações sobre o local, é a tão esperada hora de colocar a roupa de banho e entrar na Angel’s Pool. Um dos guias fica com a sua câmera ou celular para fazer fotos e vídeos de vários ângulos, enquanto o outro te ajuda a andar pelas pedras, entrar na água e se posicionar bem próximo do limite da queda d’água. As fotos, com as cataratas ao fundo e aquele constante arco-íris, dão a impressão que você vai cair lá embaixo de uma altura de 100 metros, mas claro que há uma pequena barreira de pedras que impede isso, além da força da água estar fraca nesta época do ano.

Depois da aventura e de curtir um visual deslumbrante, é servido o almoço em uma tenda bem ao lado. Quando fomos, tinha uma boa variedade, como carne, frango, salada, cuscuz, legumes, sopa, sobremesa, além de cerveja e bebida em geral à vontade. Um belo banquete. Apesar do preço, a experiência vale a pena, e olha que nós só pudemos entrar na Angel’s Pool. Quem tiver a chance de ir na época de Devil’s Pool (apesar de não ser a melhor época para ver a Victoria Falls), certamente vale ainda mais.

*O Bora Viajar Agora fez o passeio a convite da Tongabezi. Agradecemos pela parceria e aproveitamos para ressaltar que nossas opiniões são pessoais e independentes.

O QUE MAIS FAZER:

Além das cataratas e da Livingstone Island e as piscinas, existem dezenas de opções de atividades que agradam aos mais diversos estilos, desde o viajante mais aventureiro até o mais tranquilo. Nós fizemos também o rafting no Rio Zambezi (mas quando estávamos em Victoria Falls, no Zimbábue) e o safári no Chobe National Park, em Botswana, mas tem também bungee jump da ponte, sobrevoo de helicóptero, cruzeiro no Rio Zambezi, outros safáris, interação com elefantes e leões, entre outras (veja neste link todas as atividades de Livingstone e preços). 

Um passeio que resolvemos fazer de última hora e recomendamos bastante é o tour na Simonga Village, uma tradicional vila bem pobre de Zâmbia, que fica a 20km do centro de Livingstone. Lá vivem cerca de 3 mil habitantes, uma mistura das tribos lozi e tonga, e um morador local foi o nosso guia. Fechamos tudo no Jollyboys Backpackers mesmo e pagamos 150 kwachas por pessoa (16 dólares), sendo que 50 kwachas foi o valor do tour e 200 kwachas foi o táxi de ida e volta dividido em dois, um gasto bem menos do que a maioria das atividades da região. Durante duas horas, caminhamos pelas ruas de terra, entre casas humildes, algumas feitas com parede de argila, todas sem sistema de esgoto e com água disponível somente em alguns pontos onde tem poço. Tivemos a oportunidade de vê-los fazendo uma refeição humilde comendo apenas nshima, um prato típico do país, uma espécie de purê feito de milho, mas que normalmente é servido com acompanhamentos. Visitamos uma escola, joguei futebol com crianças e adolescentes, distribuímos algumas camisas do Brasil e nos divertimos. Apesar das dificuldades e dos poucos recursos, há organização, alegria e nada de violência naquela área. Estivemos sempre acompanhados de crianças sorridentes e curiosas com a visita de um turista, de um “homem branco”. Lá na Simonga, eles têm um projeto bem interessante de uma escola para as crianças carentes e orfãs, o Simoonga Thandizani Trust School, que recebe o apoio de alguns estrangeiros.

Na cidade de Livingstone, os pontos que podem atrair interesse são o Museu e o Curio Market, um mercado típico bom para comprar artesanatos e souvenirs. Tem um na avenida principal e outro bem em frente ao parque da Victoria Falls. Nunca é demais lembrar nesses casos: negocie bem os preços. Lá é bastante comum eles quererem fazer trocas, muitas vezes aceitam roupa, pulseiras e até meias por um produto deles. No centro, também existem alguns restaurantes interessantes, comemos à noite em um dos mais frequentados por turistas, o Cafe Zambezi, com boa variedade de pratos, a partir de umas 70 kwachas (7 dólares) por pessoa. Para bares e festas, espere um movimento maior apenas nos finais de semana. Uma dica final: o Livingstone Royal Hotel (o mesmo do ponto de partida para a Livingstone Island e que fica ao lado do parque das cataratas) conta com uma área aberta onde vivem diversos animais soltos. Mesmo sem estar hospedado lá, é possível andar por ali e ver bem de perto girafas, zebras, impalas, macacos. Na dúvida de onde encontrá-los por lá, é só perguntar para um funcionário do hotel.

IMPERDÍVEL:

– Vale a pena pagar o passeio para a Livingstone Island e ir na Devil’s Poll, ou até mesmo na Angel’s Pool caso a primeira não esteja aberta.

– A época de seca é boa para a Devil’s Pool, mas Victoria Falls do lado da Zâmbia fica praticamente sem água de outubro a dezembro.

– Pela experiência tradicional, pela alegria das crianças e pelo bom preço, recomendamos bastante o tour pela Simonga Village.

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Site sobre a cidade

Tiago Leme
Tiago Lemehttps://www.boraviajaragora.com/
Jornalista, autor do Bora Viajar Agora, atualmente morando em Paris, trabalhando como freelancer. Já visitei 77 países. Os posts escritos neste blog são relatos de minhas viagens, com dicas e informações para ajudar outros viajantes.

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4 COMENTÁRIOS

  1. Olá, to adorando as materias de vcs e esta ajudando muito no meu roteiro…. Tenho uma duvida sobre esse post: percebi pelo video que tinha um guia com vcs, como funcionada isso? Vcs contrataram?? E essas visitas as comunidades, como chegaram lá, como funciona essa recepção?? Aproveitando a deixa… estou organizando um roteiro a 2 (eu e meu noivo), vcs acham que rola fazer Joanesburgo a Vitoria Falls de carro, só nos?? Obrigada gente, beijão!!!!!

    • Oi Bruna, tudo bem? Que legal que os posts estão te ajudando. Para visitar os parques da Victoria Falls, tanto do lado da Zâmbia quanto do lado do Zimbábue, não precisa de guia, não. Mas é obrigatório ter um guia para ir à Angel’s Pool ou Devil’s Pool. Fizemos esse passeio, que inclui a Livingstone Island, com a Tongabezi, a única agência credenciada pra isso. Sobre a Simonga Village, nós fechamos esta visita no hostel que estávamos hospedados, o Jollyboys Backpackers. Tem um guia/morador que vai andando junto e mostrando toda a vila. A maioria das agências da cidade oferece este tipo de passeio. É bem tranquilo de fechar isso lá na hora. Sobre a ida de carro de Joanesburgo até Victoria Falls, infelizmente não sei te dar informações mais precisas sobre as condições da estrada ou coisas do tipo, porque peguei um avião na África do Sul até o Zimbábue. Mas sei que é possível ir de carro, sim. Boa sorte e boa viagem. Beijos

  2. Olá! Adorei o post. Muito rico de informações. Parabéns. Fiquei com uma dúvida em relação a chip de celular. Qual vocês usaram? Comprando um da vodacom na África do Sul, funciona em outros países como Zâmbia e Zimbábue? Obrigado!!

    • Fala, Eric, tudo bem? Legal que o post te ajudou no planejamento da sua viagem. Sobre o chip, não sei dizer especificamente sobre este da Vodacom da África do Sul, mas geralmente esses chips pré-pagos comprados diretamente no país não funcionam em outro país, e quando funcionam têm tarifas mais altas por causa do roaming internacional. A exceção disso é na Europa. Quando fui, usei o chip da EasySim4U, que tem o plano Mundi válido pra vários países. Dependendo dos lugares que você for, vale a pena. Você pode conferir os preços e cobertura neste link aqui: https://www.easysim4u.com/pt/?sourceCode=boraviajaragora . Se preferir comprar direto lá na África, também é possível, mas provavelmente vai ter que pegar um chip em cada país. Abraço

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